Postado em

Acolhimento e segurança: o futuro dos hospitais

Hoje, o hospital ideal não é apenas um lugar de tratamento. É também um espaço que acolhe, conforta e promove o bem-estar emocional.

Integração com a natureza, iluminação natural, neuroarquitetura e áreas de convivência estão redefinindo o jeito de cuidar. São recursos que reduzem o estresse e colaboram para a recuperação da saúde.

Mas acolher é também proteger. Por isso, os protocolos rigorosos de higienização e o controle de infecção continuam sendo inegociáveis.

Por que isso importa?

  • Mais conforto e privacidade para os pacientes
  • Redução de riscos e de infecções hospitalares
  • Experiência positiva para familiares e equipe

Cuidar requer excelência em todos os sentidos.

Quer saber como aplicar essas tendências no seu projeto?

Fale com nossos especialistas

Postado em

O papel da manutenção multitécnica na conquista de acreditações

A manutenção multitécnica na saúde se refere a uma atuação integrada que abrange tanto a infraestrutura física quanto os equipamentos essenciais à assistência ao paciente. Enquanto a manutenção predial visa preservar as estruturas de um edifício, a engenharia  clínica busca garantir o bom funcionamento dos aparelhos médicos, de modo que o atendimento ocorra de forma segura, eficiente e em conformidade com normas legais.

A ausência de um plano estratégico de manutenção multitécnica em hospitais tem implicações que transcendem o campo operacional. Ela representa uma ameaça sistêmica à continuidade assistencial, à segurança do paciente, ao desempenho clínico e à sustentabilidade financeira da instituição.

Um gerador de energia que falha durante uma cirurgia, uma central de ar-condicionado comprometida em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou um esfigmomanômetro descalibrado, por exemplo, são riscos iminentes. Mas, com ações preventivas e suporte técnico, é possível reduzir falhas, evitar o aumento de custos, promover ambientes seguros e garantir atendimentos de excelência.

Por isso, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 50 da ANVISA e as normas da ABNT exigem que instituições de saúde mantenham registros atualizados de inspeção, calibração e manutenção, tanto preventiva quanto corretiva. A ausência desses controles pode levar à reprovação em auditorias, à perda de certificações e até a situações mais sérias, como a interdição de áreas críticas.

Nesse contexto, a manutenção multitécnica deixa de ser apenas uma exigência regulatória e se consolida também como um pilar estratégico para instituições que almejam ou buscam manter acreditações, como a ONA, a JCI e a Qmentum.

Investir em uma gestão técnica integrada, com registros rastreáveis, planos de manutenção validados e atuação contínua sobre os riscos estruturais, é fundamental para atender aos critérios das acreditadoras e construir uma cultura organizacional voltada à qualidade e à segurança do paciente.

Exigências das acreditações relacionadas à infraestrutura

As principais acreditações hospitalares avaliam de forma criteriosa a infraestrutura das instituições, compreendendo-a como parte indispensável para a segurança do paciente e a qualidade assistencial.

As acreditadoras demandam que os hospitais adotem programas de manutenção da infraestrutura física e dos equipamentos, conforme evidenciado no Manual de Acreditação Hospitalar do Ministério da Saúde.

Isto é, de modo geral, atendem aos requisitos as unidades que possuem:

  • Infraestrutura física apropriada e sistemas de suporte necessários à assistência;
  • Planos de manutenção preditiva, preventiva e corretiva formalizados e atualizados, tanto para os ambientes quanto para os equipamentos;
  • Registros documentados de inspeções, testes e intervenções técnicas;
  • Sistemas de contingência para falhas estruturais e tecnológicas, como na energia elétrica, na climatização e no abastecimento de água;
  • Condições adequadas de acessibilidade, segurança e conforto, conforme normas técnicas e regulatórias vigentes;
  • Integração entre manutenção, segurança do paciente e gestão de risco.

Para todas as exigências, o controle documental, a rastreabilidade e o alinhamento com fabricantes ou normas técnicas são fatores que frequentemente influenciam o resultado das auditorias para acreditação.

O papel indireto da manutenção na acreditação

Além de assegurar o funcionamento adequado de estruturas e equipamentos, a manutenção multitécnica se destaca na sustentação de outros requisitos fundamentais para a qualidade assistencial e a segurança do paciente. Entre as contribuições indiretas, mas altamente relevantes, podemos citar:

  • Prevenção de quedas: a integridade de pisos, rampas, corrimãos e iluminação é responsabilidade da manutenção predial;
  • Condições ideais para higienização das mãos: relacionadas à disponibilidade e funcionalidade de pias, dispensadores de álcool gel e sabão líquido, assim como do sistema hidráulico;
  • Controle de infecções relacionadas à assistência (IRAS): ambientes com falhas de vedação, infiltrações, umidade ou ar-condicionado sem manutenção podem favorecer a proliferação de patógenos, como fungos e bactérias;
  • Armazenamento e controle de temperatura: equipamentos como câmaras frias, geladeiras e climatizadores precisam de manutenção constante para preservar medicamentos, hemoderivados e alimentos, de modo a evitar perdas e garantir a conformidade com normas sanitárias;
  • Suporte ao gerenciamento de resíduos e limpeza hospitalar: o correto funcionamento de coletores, lavadoras de piso, autoclaves e instalações sanitárias contribui para práticas seguras de descarte e desinfecção.

Esses exemplos ilustram como a manutenção multitécnica exerce um papel estratégico, ainda que muitas vezes discreto, na sustentação de padrões assistenciais exigidos por acreditadoras nacionais e internacionais.

Ao assegurar as condições técnicas que viabilizam a execução segura, contínua e padronizada dos processos clínicos e operacionais, a manutenção se posiciona como um vetor da qualidade e da segurança assistencial.

Como a acreditação ajuda a reduzir falhas na infraestrutura

A relação é mútua: se por um lado a manutenção multitécnica é essencial para atender aos requisitos das acreditadoras, por outro, a própria acreditação atua como um indutor de melhorias na gestão técnica e na redução de falhas estruturais.

Entre agosto de 2023 e julho de 2024, o Brasil contabilizou 295.355 falhas na assistência à saúde, segundo dados da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Em meio às más notícias, uma exceção positiva chama a atenção: em uma pesquisa também realizada pela ONA, com mais de 100 instituições de saúde, percebeu-se uma redução de 45% nos erros relacionados à manutenção preventiva, após a implementação de medidas de segurança.

A busca por acreditações requer que hospitais adotem práticas mais robustas de controle, rastreabilidade e padronização. Isso leva inevitavelmente à profissionalização das rotinas de manutenção, com impacto positivo na confiabilidade operacional da instituição. As auditorias externas, as revisões periódicas e o acompanhamento de indicadores impõem um ritmo constante de aperfeiçoamento, que resulta em menos improviso, menor tempo de resposta a falhas e maior alinhamento com normas técnicas e regulatórias.

Apoio: sua parceria estratégica nas acreditações

Há quase 4 décadas, apoiamos instituições de saúde na conquista e na manutenção de acreditações. Para nossa satisfação, 90% dos hospitais em que atuamos são acreditados! Esse índice é resultado de uma atuação especializada e alinhada aos mais altos padrões do setor:

  • Seguimos os protocolos das mais conceituadas metodologias;
  • Participamos de todas as etapas de avaliação;
  • Disponibilizamos a documentação necessária;
  • Possuímos tecnologias para rastreabilidade e evidência de procedimentos;
  • Contamos com uma equipe treinada continuamente;
  • Temos ampla experiência nos processos de acreditação.

Além disso, a manutenção multitécnica compõe o nosso portfólio de soluções para a área da saúde

Conheça a Apoio Facilities!

Referências no Brasil, a Apoio e a Equipacare são empresas que se uniram para entregar ainda mais eficiência e segurança às instituições, por meio da Apoio Facilities, linha de serviços em manutenção multitécnica.

Confira as soluções desenvolvidas para elevar o potencial do seu hospital:

  • Consultoria e Projetos

Engenharia consultiva para planejamento, implantação e empreendimentos.

  • Engenharia Clínica

Programa completo e padronizado para gestão da manutenção, com opções de terceirização ou capacitação de sua equipe própria.

  • Engenharia Hospitalar

Serviços e consultorias para gestão da infraestrutura hospitalar.

  • Manutenção e Calibração

Assistência técnica especializada para os equipamentos do seu hospital.

Gostaria de saber mais sobre como podemos apoiar a sua instituição de saúde? Clique aqui e agende seu atendimento com nossos especialistas.

Postado em

Como a gestão de qualidade impulsiona a excelência dos hospitais?

A gestão de qualidade se firma como um dos setores mais estratégicos dos hospitais. Para além de garantir a conformidade com normas e a adesão aos protocolos, trata-se de um modelo sistêmico de governança que orienta todas as decisões com foco na segurança do paciente, na eficiência operacional e na sustentabilidade dos serviços de saúde.

Aplicada com consistência e inteligência, a gestão de qualidade normalmente se estrutura em três pilares: padronização de processos, mensuração de resultados e melhoria contínua. Esses elementos atuam em sinergia para minimizar riscos, elevar o desempenho assistencial e fortalecer a reputação da instituição.

Além disso, ela revela o que precisa ser corrigido, o que deve ser replicado e onde investir energia. Nada é feito por intuição, mas sim por evidências. Em ambientes onde a margem de erro deve ser mínima e o grau de exigência máximo, essa capacidade de leitura fina da operação é o que separa o improviso da excelência.

A experiência da Apoio, com quase quatro décadas de atuação em hospitais de todo o Brasil, comprova que a alta performance hospitalar é um resultado da integração entre equipes bem treinadas, investimento em melhoria contínua, processos auditáveis e uso de tecnologia orientada por dados.

Por que ter uma boa gestão de qualidade em hospitais?

A gestão de qualidade é definida como um conjunto de estratégias e práticas coordenadas que visam garantir a melhor experiência nos serviços prestados por uma empresa, com níveis elevados de segurança e eficiência. Para isso, baseia-se em princípios como foco no cliente, melhoria contínua e engajamento de pessoas. Trata-se de um processo constante de planejamento, execução, monitoramento e aprimoramento que engloba a participação de toda a equipe.

A redução de falhas, eventos adversos e riscos, como as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), está relacionada ao grau de maturidade da gestão de qualidade. Processos bem definidos, auditáveis e padronizados garantem que o cuidado prestado seja seguro, rastreável e alinhado às melhores práticas. Além disso, por meio de indicadores e planos de ação baseados em evidências, é possível eliminar desperdícios, evitar retrabalho e otimizar o uso de recursos.

Com uma melhoria contínua baseada em dados, não em suposições, a boa gestão da qualidade transforma problemas recorrentes em oportunidades de ajustes. Monitoramento ativo, dashboards atualizados e feedbacks constantes ajudam gestores a identificar padrões, corrigir desvios e antecipar riscos com precisão.

Esse setor também oferece apoio direto à conquista e manutenção de acreditações. Se bem conduzido, fornece a base documental e operacional para sustentar auditorias exigentes, como as da ONA, da JCI e da Qmentum. Vale lembrar que hospitais acreditados ganham vantagem competitiva, reconhecimento institucional e maior facilidade de negociação com operadoras.

A equipe de qualidade também é fundamental para o engajamento dos profissionais e a cultura de responsabilidade. Quando os colaboradores entendem os objetivos, conhecem os padrões e recebem treinamentos contínuos, o resultado é um time mais produtivo e comprometido com uma entrega de excelência.

A gestão de qualidade na Apoio

Na Apoio, utilizamos uma combinação de instrumentos e táticas reconhecidas internacionalmente para assegurar a excelência de nossas soluções. Mantemos uma equipe própria, dedicada exclusivamente à gestão da qualidade, responsável por garantir que cada etapa da operação esteja alinhada a protocolos rigorosamente padronizados e continuamente atualizados.

Confira a seguir os principais elementos que permeiam a qualidade das nossas soluções, desde a higienização até a logística interna.

1. Certificação

Conquistamos e renovamos recentemente o selo ISO 9001, que certifica a conformidade de uma empresa com normas validadas e amplamente utilizadas do Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ). Ela abrange uma série de princípios, que incluem foco no cliente, envolvimento das lideranças, decisões baseadas em evidências, melhoria contínua e gestão do conhecimento.

Leia também: A importância dos selos ISO 45001 e ISO 9001 na saúde

2. Acompanhamento frequente

Nossa equipe de qualidade realiza auditorias periódicas para avaliar a eficácia dos processos e identificar áreas de melhoria, o que nos permite manter um controle rigoroso dos padrões regulatórios e internos.

3. Treinamento contínuo

Nossos profissionais são treinados frequentemente para atualizar suas habilidades e alinhá-las às melhores práticas do setor. Por isso, estão bem preparados para seguir os protocolos exigidos por conceituadas acreditadoras do mundo.

4. Gestão baseada em indicadores

Avaliamos periodicamente os indicadores compartilhados por nossos clientes, que servem como guia para resoluções, estratégias e ações, além de monitorar e garantir o cumprimento do acordo de nível de serviço (SLA). 

Já em relação às nossas métricas próprias, desenvolvemos um Business Intelligence (BI) que coleta, organiza, analisa e acompanha estatísticas relacionadas à nossa operação e ao nosso desempenho, como pesquisas de satisfação, taxa de absenteísmo, faturamentos, compras e admissões.

Entre outros fatores, esses dados nos mostram o ritmo de crescimento da instituição, a produtividade dos profissionais e a qualidade dos serviços.

5. Inovação e tecnologia

Buscamos continuamente formas criativas de otimizar as nossas atividades, como o CSI da Limpeza, um método em que utilizamos luz ultravioleta para verificar a eficácia da higienização de ambientes e superfícies. Além disso, recursos tecnológicos e modernos fazem parte da nossa rotina, como o aplicativo para gestão Easy 365, criado pela Apoio, e o robô de limpeza profissional Nívia.

6. Equipe de qualidade

O time de qualidade da Apoio é formado por profissionais com ampla experiência e conhecimento técnico, mas também uma paixão genuína por gerar os melhores resultados, tanto para a nossa empresa quanto para os nossos clientes.

Como explica a nossa gerente de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde (QSMS), Ana Carolina Balbi, A qualidade está ligada diretamente à excelência operacional, essencial para fortalecer nossos processos e a cultura organizacional, tornando a operação mais eficiente e competitiva no mercado”.

Confira a nossa Cartilha da Qualidade!

Convidamos você a conhecer o nosso Sistema de Gestão Integrado (SGI), que engloba as gestões de qualidade e de segurança e a saúde ocupacional:

Cartilha OSMS 2025

Postado em

Soluções sustentáveis da Apoio que reduzem custos

O Relatório de Tendências Globais dos Custos Médicos projetou para 2025 um crescimento de 12,9% nos gastos médicos corporativos no Brasil. Essa taxa, que supera a média da América Latina, convida instituições de saúde a repensar suas iniciativas para reduzir despesas sem comprometer a qualidade assistencial.

Nesse cenário, a sustentabilidade surge como uma estratégia inteligente, que faz bem para o meio ambiente, as pessoas e as organizações. Historicamente associado a índices elevados de consumo de água e energia, além da alta produção de resíduos, o setor da saúde enfrenta hoje o desafio de conciliar eficiência operacional com responsabilidade socioambiental.

Ao integrar práticas sustentáveis às suas rotinas, as instituições podem transformar esse desafio em oportunidade, uma vez que elas não apenas ajudam a cuidar do planeta, mas também podem representar uma fonte de economia. Por isso, na Apoio, implementamos ações com o objetivo de preservar recursos e minimizar o impacto ambiental, sem afetar a excelência dos serviços.

Nosso compromisso com a sustentabilidade

Na Apoio, a sustentabilidade não é apenas um diferencial competitivo, mas um princípio que orienta todas as nossas soluções. Esse compromisso está presente em diversas frentes da nossa atuação. Na linha de serviços nutricionais Apoio Gourmand, por exemplo, implementamos ações como o descarte correto de óleos e gorduras, o controle rigoroso do desperdício de alimentos e o encaminhamento de embalagens e resíduos para a reciclagem. Assim, reduzimos impactos ambientais ao mesmo tempo que aumentamos a eficiência no uso de insumos, trazendo benefícios diretos para as instituições de saúde. Já nas atividades de higienização, investimos em produtos biodegradáveis e em ferramentas como discos para a limpeza de pisos, que diminuem o consumo de água e substâncias químicas potencialmente nocivas ao meio ambiente.

Além disso, nossa equipe é continuamente orientada e treinada para incorporar medidas sustentáveis em suas atividades diárias. Esse engajamento coletivo garante que a sustentabilidade seja parte da nossa cultura.

Empresas que contam com as nossas soluções têm acesso a um portfólio de práticas de sustentabilidade já consolidadas em diferentes frentes de atuação. Isso significa incorporar, de forma imediata, processos que reduzem desperdícios, racionalizam o consumo de insumos e fortalecem a imagem organizacional sem necessidade de grandes investimentos iniciais. Ao escolher a Apoio como parceira, as instituições passam a operar com padrões mais eficientes, seguros e alinhados tanto às exigências regulatórias quanto às expectativas da sociedade.

Gestão de resíduos hospitalares

A gestão de resíduos hospitalares é um tema de grande relevância para a saúde pública, o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores. Os resíduos gerados nos serviços de saúde (RSS) incluem materiais que podem representar riscos biológicos, químicos, radioativos e perfurocortantes, demandando cuidado especial desde a sua geração até a sua destinação final.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS) é obrigatório no Brasil e essencial para evitar riscos como a proliferação de infecções e a contaminação de recursos naturais. Esse manejo adequado também ajuda a prevenir acidentes e doenças ocupacionais, além de reduzir custos e até gerar receita extra com iniciativas como reciclagem e compostagem.

Na Apoio, exercemos um papel essencial no manejo dos resíduos hospitalares, uma vez que garantimos a eficiência dos processos de coleta,  gestão e  controle. Os profissionais são capacitados para executar tarefas com agilidade, disciplina e zelo, sempre em conformidade com as normas legais. Em um de nossos clientes, o Hospital 9 de Julho, referência em alta complexidade, com 430 leitos, são geradas aproximadamente 135 toneladas de resíduos por mês. Para gerenciar tal montante, percorremos mais de 57 km nos corredores hospitalares, o equivalente a mais de 4 vezes o comprimento da Ponte Rio-Niterói.

A nossa gestão de resíduos hospitalares é realizada com rigor e eficiência. Somente com a transformação de aproximadamente 30 toneladas de lixo orgânico em adubo, é possível gerar uma receita mensal de até R$ 180 mil para as instituições. Além disso, o reaproveitamento de materiais recicláveis economiza cerca de R$ 1.350,00 por mês. Esses resultados só são possíveis graças a uma estrutura robusta, que reúne equipe treinada, sistemas informatizados, parcerias especializadas e um controle rigoroso de cada etapa do processo.

Gostaria de saber mais?

Clique aqui para agendar seu atendimento e descobrir como tornar a sua instituição mais segura, eficiente e sustentável com a Apoio.

Postado em

Entrevista: excelência e inovação na saúde, com o Presidente da Apoio

Há 39 anos, a Apoio constrói uma reputação sólida no setor de saúde. Presente em hospitais, clínicas e laboratórios em 19 estados do Brasil, a empresa se consolidou como referência em facilities e hotelaria hospitalar, unindo gestão inovadora, qualidade técnica e uma dedicação genuína ao cuidado.

O compromisso com a eficiência operacional e a conformidade com os mais rigorosos padrões de segurança também posicionaram a empresa como parceira estratégica das maiores instituições de saúde do país.

A constante incorporação de tecnologias e a adoção de processos inovadores, ao longo de quase 4 décadas, elevaram o desempenho das equipes e ampliaram a capacidade de resposta em ambientes de alta complexidade.

Em celebração a essa história de sucesso, o Presidente da Apoio, Rodolpho Ricci, compartilha em uma entrevista especial a sua visão sobre os desafios do setor, o papel da tecnologia e os caminhos que fortalecem a principal missão da empresa: cuidar de pessoas e de negócios.

Leia a nossa entrevista exclusiva com Rodolpho Ricci:

A Apoio atende instituições de saúde e grandes clientes. Quais são os maiores desafios de manter excelência e compliance nesse setor tão regulado?

“Tudo começa com a regulação. Nós trabalhamos com saúde, é um setor altamente regulado, e acaba que nós, de alguma forma, trabalhamos à sombra daquilo que manda a legislação — mas temos que nos antecipar a isso. Por mais que a gente tente trazer tecnologias e formas de trabalho que, mundialmente, são consagradas, o Brasil tem sua particularidade. E isso só é possível ser revisto em consonância com o nosso cliente.

Então, o nosso trabalho anda muito junto com a CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar). Nós atuamos como um agente de provocação de melhoria, em termos de processo e de facilitação do dia a dia da equipe, mas tudo acaba passando por esse órgão regulador do cliente, que é a CCIH, e pelos órgãos de qualidade.”

A Apoio já atua em diversos estados no Brasil. Há planos para internacionalização ou entrada em novos segmentos?

“A gente já conversou com parceiros de fora do país que tinham a intenção de nos conduzir por esse caminho, pegar toda a nossa expertise, isto é, de alguma forma, compartilhar com eles a forma como fazemos aqui, para que eles pudessem absorver isso lá fora. Eram empresas dos Emirados Árabes, da Itália, de Portugal, da Espanha… Mas entendemos que ainda tem muito espaço no Brasil para nos consolidarmos, antes de pensar em um voo mais alto como esse.”

Em um mercado tão competitivo, o que faz a Apoio se destacar entre os concorrentes?

“Dedicação ao cliente. Nós não temos nenhum tipo de pudor, quando erramos, em pedir desculpas. E a gente trabalha incessantemente para corrigir os nossos erros, aprender com eles e proporcionar ao nosso cliente algum tipo de mudança na percepção do que é o nosso trabalho, e de como conseguimos entregar aquilo que é o objetivo final: a satisfação do paciente.”

A Apoio atua há mais de 30 anos em higienização hospitalar e gestão de facilities, com forte foco em tecnologia (como o app Easy 365). Como você equilibra tradição e inovação na liderança da empresa?

“A tecnologia nada mais é do que um facilitador, uma forma de mudar o processo de execução das tarefas do dia a dia. Então, o nosso trabalho, pela essência e natureza dele, sempre passa pelas pessoas. Elas são responsáveis por perceber qual é a demanda, escutar o cliente, transformar isso em ação e, aí sim, a tecnologia vem para apoiar e automatizar.

Se você parar para pensar como eram executadas as tarefas de limpeza há 30 anos, tínhamos ali um funcionário dedicado simplesmente a atender as demandas do enfermeiro. Ou seja, a nossa liderança tinha que regular a relação trabalhista, porque quem determinava a rotina do auxiliar de limpeza ou de hotelaria acabava sendo a enfermagem do setor.

Com o tempo, a Apoio foi mudando essas coisas. Colocou-se a tecnologia de processos nisso tudo, e passamos a entender a oportunidade que tínhamos de maximizar a produção e diminuir o tempo de execução das tarefas. Logo em seguida, percebemos que havia a necessidade de medir isso de uma maneira mais eficiente, e começamos a colocar softwares nos processos.

Em algum momento, tentamos a mecanização, mas percebemos que ela ajudava marginalmente na melhoria da execução das atividades, mas não necessariamente era o fator determinante para fazer aquilo bem feito. Ergonomicamente, é melhor agregar sistemas e equipamentos, mas isso não exclui, necessariamente, a necessidade de mão de obra.”

Como você enxerga o papel da Apoio no cenário nacional quando o assunto é terceirização com qualidade e responsabilidade?

“A gente sempre foi vanguarda quando se fala em qualidade. Esses dias para trás, estávamos fazendo um exercício de reflexão sobre a nossa história, e tudo isso começou quando implantamos um determinado cliente, que era o sistema AS, no Rio de Janeiro, mais especificamente no campo de hotelaria.

E nós repetiamos muito o fit entre o que é a hotelaria tradicional, a escola de hotelaria e de acolhimento — que o sistema AS é reconhecido pelos seus hotéis e estruturas ao redor do Brasil — e como isso fazia muito sentido de alguma forma nos hospitais.

Então, eu digo que, desde sempre, nós fizemos hotelaria hospitalar, e pretendemos continuar fazendo por muitos anos ainda. Obviamente, inovar nisso a cada dia fica mais difícil, por causa dos recursos que estão mais escassos, das liberdades que nós tínhamos no passado, e hoje não é mais assim. Até pra você implementar uma limpeza mecanizada, com robô autônomo e tudo mais, isso passa por uma série de verificações legais, embora sejam pertinentes.”

Quais são seus planos para a expansão e o crescimento sustentável da Apoio Ecolimp nos próximos 5 anos? Há mercados, serviços ou tecnologias prioritárias?

“Todo o nosso plano estratégico foi desenhado para continuar trabalhando na área hospitalar. Hoje, no Brasil, temos mais de 14 mil instituições privadas de saúde, e, destas, quase 5% é concentrada em grandes grupos. Creio que precisamos focar mais naquilo que fazemos, dando mais opções de serviços para os nossos clientes e fortalecendo as nossas tecnologias de recursos humanos. De alguma forma, também implementar a inteligência artificial para melhorar a avaliação desses profissionais que estão conosco. Acho que está aí a grande sacada quando se fala de inteligência artificial em nosso segmento. Mas eu acho que a gente tem muito a crescer no setor de saúde com outros serviços.

Obviamente que a nossa expansão depende muito de cada regional, de como o desempenho de cada uma delas está economicamente. Por isso, tomamos a decisão estratégica, há cerca de 3 anos, de expandir para os estados do Nordeste. E nosso trabalho vem sendo reconhecido nessas praças, onde tem bons clientes, que não são vinculados a grandes players, nos contratando.

O nosso trabalho é pensar em como iremos fazer, no futuro, as atividades que já executamos hoje. Pensando em qualidade, que sempre foi o nosso viés, nosso foco é entender como conseguimos melhorar as condições de trabalho para a nossa equipe. Então, quando se fala de mecanização, em colocar um robô autônomo, por exemplo, para fazer limpeza de piso, obviamente não é o robô que vai trazer aquele capricho, aquele acabamento fino que buscamos o tempo inteiro com o nosso time. Mas esse robô vai dar condições físicas para que o profissional consiga fazer isso de forma mais leve e ergonomicamente mais correta.

Boa parte daquilo que a gente vem trabalhando para o futuro é, de alguma forma, aliviar a carga do trabalho braçal, para que o nosso time tenha mais liberdade de olhar o detalhe — e menos o volume do que tem que ser feito.”

Você está voltando a ser presidente da Apoio, certo?

“Hoje, estou acumulando a função de presidente, sócio-diretor e executivo I da companhia. Boa parte desse movimento tem a ver com colocar um pouco mais a bola no chão: focar naquilo que a gente precisa fazer, e menos naquilo que poderíamos fazer.

É um momento de crise no país, principalmente em relação à empregabilidade. Qualquer um que abre o jornal hoje vê a dificuldade que as empresas têm com relação ao fechamento de vagas, com pessoas qualificadas e comprometidas em fazer acontecer.

Então, acho que meu retorno tem um pouco a ver com isso: fazer com que as pessoas foquem naquilo que elas realmente precisam focar, e menos em projetos que talvez não sejam tão simples de implementar ou de colher resultados.”

Para além da rotina de gestão, o que te motiva pessoalmente? Alguma paixão ou hábito que traz inspiração e equilíbrio ao seu dia a dia?

“Eu aprendi, nesses últimos cinco anos, a perceber os sinais que a natureza nos dá. Isso muito por causa de uma outra ocupação que eu desenvolvi, após o falecimento do meu pai, que foi cuidar de fazenda. Então, respondendo de forma rápida, meu hobby é trabalhar junto à atividade rural.

Tenho me apaixonado cada dia mais por isso. Tem me ajudado muito a perceber as nuances do dia a dia que a gente, às vezes, não enxerga. A natureza é perfeita, Deus é perfeito: a chuva vem na hora certa, a planta cresce no momento certo, a fertilização dos animais ocorre no momento correto…

Então, digamos que meu hobby tem sido estar mais em contato com a natureza, percebendo o ciclo da vida e entendendo que tudo tem seu momento certo. E, de alguma forma, eu empresto esse ensinamento aqui para o nosso dia a dia.”

Postado em

Abril Verde: a Importância da Conscientização para a Segurança no Trabalho

O Abril Verde é uma campanha anual que tem como meta sensibilizar a população sobre a necessidade de evitar acidentes laborais e doenças relacionadas ao trabalho. O objetivo é fomentar locais de trabalho mais seguros e saudáveis, beneficiando milhões de empregados em todo o território nacional.

A escolha de abril se relaciona com o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças no Trabalho, que ocorre no dia 28. Esta data serve como uma oportunidade para refletir sobre as vidas perdidas e o sofrimento gerado pela falta de atenção e investimentos em segurança.

Durante o mês de abril, várias atividades são organizadas por empresas, instituições públicas e organizações da sociedade civil. Palestras, workshops, distribuição de material informativo e iluminação de prédios públicos na cor verde estão entre as ações mais frequentes. O objetivo principal é compartilhar conhecimentos sobre regulamentos de segurança, uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a importância de instaurar uma cultura preventiva nas empresas.

Investir em segurança e saúde no ambiente de trabalho não é apenas uma exigência legal, mas também um aspecto essencial para a produtividade e o bem-estar dos trabalhadores. Ambientes seguros diminuem o número de faltas por problemas de saúde e os gastos com tratamentos e litígios, além de melhorarem a reputação da empresa perante seus funcionários e a comunidade.

É fundamental que tanto empregadores quanto empregados se envolvam ativamente na campanha Abril Verde, buscando aprender e aplicar práticas que garantam um local de trabalho seguro. A conscientização é o primeiro passo rumo à construção de um futuro em que a segurança e a saúde sejam priorizadas em todas as esferas laborais.

A coloração verde, que simboliza a campanha, representa a vida, a saúde e a esperança por um futuro com menos acidentes e doenças laborais. Que o espírito do Abril Verde continue a ser relevante ao longo do ano, convertendo a conscientização em ações efetivas pela segurança de todos os trabalhadores.

A Apoio se dedica a manter altos padrões de qualidade em tudo que faz. Com isso, a Alta Direção se envolve ativamente na definição e revisão dos objetivos relacionados à Qualidade, Segurança e Saúde Ocupacional, sempre buscando garantir a proteção e o bem-estar dos colaboradores. O compromisso da empresa é não apenas seguir as normas e requisitos legais, mas também criar um ambiente de trabalho seguro e saudável para todos. Isso demonstra o verdadeiro cuidado que temos com cada membro da nossa equipe.

Por: Gleysy Kely A. Fonseca, Técnica em Segurança do Trabalho