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Robótica: tendência no conforto e na higienização hospitalar

A higienização sempre foi um alicerce da segurança nos cuidados com a saúde. Mas, com o avanço da tecnologia e os aprendizados deixados pela pandemia de Covid-19, esse cenário começou a passar por uma transformação. Nos últimos anos, os investimentos em tecnologia e automação têm aumentado, com destaque para a robótica. Estima-se que o mercado de robôs de limpeza profissional cresça 22,9% por ano até 2027, segundo relatório da Grand View Research.

No Brasil, as infecções hospitalares ainda afetam cerca de 14% das internações, de acordo com o Ministério da Saúde. Em muitos casos, a contaminação ocorre por meio de superfícies mal higienizadas, o que reforça a necessidade de processos ainda mais rigorosos, rastreáveis e eficientes. E é aí que entra a relevância da automação, capaz de reduzir erros e colaborar para a padronização das atividades.

A robótica aplicada à higienização hospitalar não veio para substituir pessoas, mas para somar forças. Contar com equipamentos inteligentes, programáveis e incansáveis representa um salto em direção à excelência operacional e, principalmente, à segurança e ao bem-estar de pacientes e profissionais.

Em um hospital, a higienização não é apenas uma questão de estética, mas principalmente uma medida de proteção indispensável. Por isso, os robôs de limpeza vêm ganhando espaço na garantia de ambientes seguros e acolhedores. Eles atuam de forma constante e padronizada, ajudando a manter a excelência do serviço mesmo em áreas de grande circulação e alta complexidade.

Um exemplo é a Nívia, robô de limpeza da Apoio. Com seus sensores avançados de mapeamento 2D e 3D, o equipamento é capaz de varrer, aspirar, esfregar e lavar diferentes tipos de superfícies, 24 horas por dia, 7 dias por semana. A ferramenta ainda desvia de obstáculos com precisão, coleta dados em tempo real e pode operar tanto de forma autônoma quanto manual.

Com esses recursos, a robótica eleva o padrão da limpeza hospitalar, além de liberar os profissionais para se dedicarem a tarefas mais estratégicas e sensíveis, como o contato direto com pacientes e acompanhantes. Ou seja, trata-se de uma integração inteligente entre tecnologia e trabalho humano, onde cada parte atua em sua melhor capacidade para garantir um ambiente limpo, seguro e acolhedor.

Quando a robótica é aplicada à higienização hospitalar, os efeitos são mensuráveis na rotina operacional. A limpeza passa a seguir padrões fixos, com execução contínua, registro das atividades e menor margem para falhas. Na prática, isso se traduz em superfícies higienizadas com maior regularidade, melhor controle dos processos e apoio às estratégias de prevenção de infecções.

Confira as principais vantagens do uso da robótica:

1. Prevenção de infecções hospitalares: ao realizar a higienização de forma precisa, constante e programada, o robô ajuda a reduzir os riscos de contaminação por superfícies mal higienizadas.

2. Padronização do processo: cada ciclo de higienização segue parâmetros definidos, sem variações de qualidade entre turnos ou equipes, garantindo consistência no cuidado com o ambiente.

3. Ocupação inteligente da equipe: estando o robô responsável pelas tarefas mais repetitivas e exaustivas, os profissionais podem ser direcionados para atividades de maior complexidade, como áreas críticas e demandas emergenciais.

4. Áreas de circulação intensa sempre limpas: o robô realiza as atividades de forma ininterrupta e eficiente, isto é, sem pausas. Dessa forma, é possível manter devidamente higienizados os locais com grande fluxo de pessoas, onde o acúmulo de sujeira acontece rapidamente, como corredores e recepção.

5. Monitoramento e rastreabilidade: sensores e relatórios integrados permitem acompanhar o desempenho do equipamento em tempo real, gerar evidências para auditorias e manter o controle sobre o cumprimento dos protocolos.

6. Apoio à acreditação hospitalar: a atuação robótica ajuda a comprovar a execução correta da higienização, contribuindo com evidências objetivas em processos de acreditadoras como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), a Joint Commission International (JCI) e a Qmentum.

Conforto e bem-estar com tecnologia

A experiência do paciente não depende apenas do atendimento médico. O ambiente onde ele está internado também influencia sua recuperação. Espaços limpos, organizados e com sinais visíveis de cuidado transmitem segurança, acolhimento e tranquilidade, elementos essenciais em momentos de fragilidade.

Nesse contexto, tecnologias como a robótica contribuem para uma jornada mais confortável e segura. Ao manter os ambientes limpos com regularidade e precisão, o robô evita acúmulos de sujeira visível, minimiza riscos de contaminação e melhora a circulação em áreas comuns. Tudo isso sem interferir na rotina hospitalar, já que sua atuação é planejada e integrada ao fluxo da instituição.

Para além de uma tendência, essa tecnologia representa um cuidado a mais com quem está em tratamento, destacando-se como parte de um atendimento humanizado. Afinal, sentir-se protegido é fundamental para a recuperação.

A robótica como diferencial competitivo

Instituições de saúde que integram tecnologia às suas rotinas ampliam sua capacidade de competir com consistência e visão de futuro. A robótica é um bom exemplo disso. Ao automatizar processos críticos como a higienização, o hospital reduz a exposição a erros humanos, melhora o uso da força de trabalho e garante evidências concretas de conformidade. Isso é fundamental em empresas que buscam ou querem manter acreditações como JCI e ONA, que demandam rastreabilidade, controle de processos e indicadores de performance auditáveis.

Mas os ganhos vão além da conformidade técnica. A implementação de inovações como a robótica demonstra que a instituição está atualizada, investe em segurança e se antecipa aos desafios. Esse posicionamento tem peso tanto para pacientes quanto para operadoras, parceiros e profissionais da saúde.

Além disso, a tecnologia possibilita escalar padrões de qualidade com menor dependência de variáveis operacionais. Ou seja, o que funciona bem em uma unidade pode ser replicado em outras com o mesmo nível de controle, o que favorece redes hospitalares e grupos com múltiplas operações.

Ao ser uma das primeiras empresas do setor a adotar robôs de limpeza profissional no Brasil, a Apoio mostra que não espera as mudanças acontecerem: ela as lidera.

Conheça a primeira agente autônoma de higiene hospitalar do país

Referência nacional em facilities e hotelaria hospitalar, a Apoio apresenta a Nívia, seu robô de limpeza profissional do modelo Kaibot T1. Ela é capaz de varrer, aspirar, esfregar e lavar superfícies de materiais variados, com atuação contínua: 24h por dia e 7 dias por semana.

Um de seus maiores diferenciais é ser equipada com 2D e 3D LiDAR, tecnologias de sensoriamento remoto que utilizam laser para medir distâncias e criar modelos dimensionais do ambiente com precisão. Conheça outras vantagens:

  • Desvio ágil de obstáculos, inclusive em movimento;
  • Passagem segura sobre lombadas;
  • Atuação com limite de distância;
  • Integração de vários sensores;
  • Opções de limpeza automática e manual;
  • Sistema para visualização de dados;
  • Checagem instantânea da operação.

Com a Nívia em ação, o padrão de higienização alcança um novo nível. Empresas localizadas em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ), onde a tecnologia já está disponível, contam com acesso ao robô como parte das soluções oferecidas pela Apoio, com suporte técnico e acompanhamento qualificado.

Para saber mais sobre a Nívia e descobrir como integrá-la à operação hospitalar, agende seu atendimento personalizado no link abaixo:

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É necessário investir em tecnologia para melhorar a gestão

No setor de saúde, o gestor que conta com a tecnologia identifica de imediato as suas necessidades e formas de agir para se recuperar de um problema. Velocidade e precisão fazem parte das decisões certas dentro de um negócio.

O gerenciamento de recursos por meio de indicadores também é um fator importante para o setor de saúde. Pensar que essa solução é um ganho em desempenho para as instituições é o primeiro passo para melhorar a gestão.

Dessa forma, o atual cenário permite que as instituições se apoiem não só em ferramentas, mas também em metodologias. Por meio delas surgem os ganhos como entrosamento da equipe, identificação rápida dos gargalos e, consequentemente, rápidas soluções, análise de causa e acompanhamento das ações implantadas.

Investir em tecnologia para melhorar a gestão

Mesmo com tanta informação partindo dessas ferramentas, o papel do gestor ainda é de suma importância. Controlar os indicadores, por exemplo, é um ato crucial para o negócio, eles ajudam a cada dia dar um passo a mais para a evolução do serviço. Dados, apresentações e outras ações são importantes para trabalhar o giro de leitos, principal ganho se tratando de higienização e limpeza em hospitais, que geram uma redução de custos e aumento de receita sendo necessário enxergar cada detalhe do processo.

Investir em tecnologia é um ganho que tem como a maior consequência o faturamento. Contar com uma equipe bem treinada, que saiba ler os indicadores gerados e reunir esforços para gerir a instituição com excelência, familiarizando o profissional e tornando esse processo parte fundamental do trabalho.

Em resumo, as instituições podem e devem contar com ferramentas de TI, mas se não houver gestão, não será possível fazer nada com a tecnologia adotada. Contar com os sistemas é ter uma visão mais apurada, aumentando a capacidade de leitura, interpretação do gestor e produtividade.

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Inovar em saúde é obter melhores resultados

A evolução do mercado de saúde chega como grande aliada para ajudar em inúmeros quesitos como aceleração do processo digital, o uso da inteligência artificial e cognitiva para obtenção de resultados e a apropriação dos dados.

Desenvolver uma sustentabilidade financeira, investindo em inovação para que os impactos positivos nos clientes sejam maiores, são apenas mais alguns dos desafios dos gestores nessa missão, que inicialmente passam por uma atualização tecnológica. 

Inovar em saúde é obter melhores resultados

Para Enrico Vettori, sócio líder da Deloitte Brasil, investir em inovação e transformação é dar acesso, e esta é a palavra mágica para alcançar a excelência tecnológica. “Temos seleiros enormes relacionadas as tecnologias, com faculdades e tudo mais e o brasil segue avançando para isso”, comenta Vettori durante apresentação no Congresso Hospitalar Facilities ocorrido em maio, em São Paulo, durante a Hospitalar 2019.

Ainda que o serviço prestado por terceiros no Brasil seja uma barreira, contar com uma empresa tecnológica e engajada nas inovações do mercado, prospera para que a contratante cresça de forma relevante e melhore a experiência do cliente. Hoje, falar sobre a experiência do paciente em uma instituição de saúde não é algo exclusivo, e sim inclusivo.

A barreira cultural é muito maior do que a barreira tecnológica. “Nós estamos bem atrasados em relação aos outros países. Mas a maior lacuna ainda está no comportamental, na valorização do que já temos aqui”, afirma o executivo

Ainda de acordo com Vettori, engana-se quem pensa que soluções altamente tecnológicas esteja diretamente ligada à maturidade do processo digital e à experiência do paciente. “É necessário um gestor que saiba ler os dados, entender e passar para sua equipe para que os resultados cheguem com êxito para a contratada e para contratante.”

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Inovação tecnológica traz eficiência e credibilidade?

A constante evolução tecnológica surpreende em todos os setores do mercado e, como já era de se esperar, esse avanço atingiu o segmento da saúde, mostrando inúmeros benefícios aos stakeholders. 

A busca pela redução dos impactos ao meio ambiente é um dos principais fatores que seguem uma melhoria contínua, baseada em tecnologia, buscando sustentabilidade, reduzindo o uso de produtos químicos e sem perder a qualidade e atingindo os resultados propostos.

Tratando-se do setor higienização e limpeza, essas inovações fazem parte de um pilar considerado peça-chave para oferecer um serviço melhor e com mais credibilidade. A tecnologia aperfeiçoou a relação entre as pessoas, juntamente com suas inovações trouxeram maior praticidade para os gestores, com dinamismo e a entrega do serviço com qualidade.

Certamente o futuro do setor da saúde será automatizado e a chegada de equipamentos, dispositivos e outras tecnologias serão cada vez mais vistos nas instituições. Wearables, IoT, robótica, big data e outras tecnologias ganham cada vez mais força no mercado com os altos investimentos.

Inovação tecnológica traz eficiência e credibilidade
O investimento em tecnologia para o mercado de saúde está diretamente ligado ao aumento da produtividade das instituições e prestadoras de serviços.

Uma das maiores tendências no mercado da saúde é o investimento em mobilidade, afinal, são características do nosso cotidiano, por exemplo, utilizar smartphones e outros dispositivos móveis, para receber informações atualizadas e em tempo real.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, existem 287 mil unidades de saúde divididas entre hospitais, clínicas médicas, clínicas diagnósticas, consultórios etc. Como consequência, essas entidades precisam contar com máquinas e equipamentos modernos. Assim, segundo dados da revista EXAME, esses recursos contribuem com 8% na produtividade da limpeza em geral, ajudando as instituições de saúde a melhor a experiência do paciente, automatizando processos, tornando a inovação uma grande aliada. 

Inovar tecnologicamente é oferecer oportunidades para soluções que necessitam de cuidados, melhorando a prestação do serviço e favorecendo a entidade. Contar com as soluções tecnológicas da APOIO, sem dúvidas, será um diferencial para sua empresa. Quer saber mais? Conheça nossas soluções.