O Relatório de Tendências Globais dos Custos Médicos projetou para 2025 um crescimento de 12,9% nos gastos médicos corporativos no Brasil. Essa taxa, que supera a média da América Latina, convida instituições de saúde a repensar suas iniciativas para reduzir despesas sem comprometer a qualidade assistencial.
Nesse cenário, a sustentabilidade surge como uma estratégia inteligente, que faz bem para o meio ambiente, as pessoas e as organizações. Historicamente associado a índices elevados de consumo de água e energia, além da alta produção de resíduos, o setor da saúde enfrenta hoje o desafio de conciliar eficiência operacional com responsabilidade socioambiental.
Ao integrar práticas sustentáveis às suas rotinas, as instituições podem transformar esse desafio em oportunidade, uma vez que elas não apenas ajudam a cuidar do planeta, mas também podem representar uma fonte de economia. Por isso, na Apoio, implementamos ações com o objetivo de preservar recursos e minimizar o impacto ambiental, sem afetar a excelência dos serviços.
Nosso compromisso com a sustentabilidade
Na Apoio, a sustentabilidade não é apenas um diferencial competitivo, mas um princípio que orienta todas as nossas soluções. Esse compromisso está presente em diversas frentes da nossa atuação. Na linha de serviços nutricionais Apoio Gourmand, por exemplo, implementamos ações como o descarte correto de óleos e gorduras, o controle rigoroso do desperdício de alimentos e o encaminhamento de embalagens e resíduos para a reciclagem. Assim, reduzimos impactos ambientais ao mesmo tempo que aumentamos a eficiência no uso de insumos, trazendo benefícios diretos para as instituições de saúde. Já nas atividades de higienização, investimos em produtos biodegradáveis e em ferramentas como discos para a limpeza de pisos, que diminuem o consumo de água e substâncias químicas potencialmente nocivas ao meio ambiente.
Além disso, nossa equipe é continuamente orientada e treinada para incorporar medidas sustentáveis em suas atividades diárias. Esse engajamento coletivo garante que a sustentabilidade seja parte da nossa cultura.
Empresas que contam com as nossas soluções têm acesso a um portfólio de práticas de sustentabilidade já consolidadas em diferentes frentes de atuação. Isso significa incorporar, de forma imediata, processos que reduzem desperdícios, racionalizam o consumo de insumos e fortalecem a imagem organizacional sem necessidade de grandes investimentos iniciais. Ao escolher a Apoio como parceira, as instituições passam a operar com padrões mais eficientes, seguros e alinhados tanto às exigências regulatórias quanto às expectativas da sociedade.
Gestão de resíduos hospitalares
A gestão de resíduos hospitalares é um tema de grande relevância para a saúde pública, o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores. Os resíduos gerados nos serviços de saúde (RSS) incluem materiais que podem representar riscos biológicos, químicos, radioativos e perfurocortantes, demandando cuidado especial desde a sua geração até a sua destinação final.
O Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS) é obrigatório no Brasil e essencial para evitar riscos como a proliferação de infecções e a contaminação de recursos naturais. Esse manejo adequado também ajuda a prevenir acidentes e doenças ocupacionais, além de reduzir custos e até gerar receita extra com iniciativas como reciclagem e compostagem.
Na Apoio, exercemos um papel essencial no manejo dos resíduos hospitalares, uma vez que garantimos a eficiência dos processos de coleta, gestão e controle. Os profissionais são capacitados para executar tarefas com agilidade, disciplina e zelo, sempre em conformidade com as normas legais. Em um de nossos clientes, o Hospital 9 de Julho, referência em alta complexidade, com 430 leitos, são geradas aproximadamente 135 toneladas de resíduos por mês. Para gerenciar tal montante, percorremos mais de 57 km nos corredores hospitalares, o equivalente a mais de 4 vezes o comprimento da Ponte Rio-Niterói.
A nossa gestão de resíduos hospitalares é realizada com rigor e eficiência. Somente com a transformação de aproximadamente 30 toneladas de lixo orgânico em adubo, é possível gerar uma receita mensal de até R$ 180 mil para as instituições. Além disso, o reaproveitamento de materiais recicláveis economiza cerca de R$ 1.350,00 por mês. Esses resultados só são possíveis graças a uma estrutura robusta, que reúne equipe treinada, sistemas informatizados, parcerias especializadas e um controle rigoroso de cada etapa do processo.
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