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Climatização Hospitalar: essencial na prevenção de riscos e doenças

Sem ele, pode se chegar a 1 milhão de bactérias por m³ circulando pelo ambiente. Já com o ar-condicionado, esse número cai consideravelmente para apenas 10 mil.

Ar condicionado hospitalar

É através do sistema de climatização que é possível controlar o ambiente, desde a temperatura e umidade do ar, até a propagação de fungos e bactérias.

QUALIDADE DO AR
Além do conforto térmico, ao falar de climatização hospitalar também é preciso ficar atento a qualidade do ar. O sistema deve ser responsável por resfriar, umidificar e também purificar, garantindo a pureza do ar e bem estar dos usuários.

Contanto, garantir essa pureza nem sempre é tarefa fácil. Agentes físicos, químicos e biológicos interferem no sistema, gerando contaminação e multiplicação da população de bactérias, fungos, ácaros e outros contaminantes, propiciando a disseminação de doenças relacionadas a qualidade do ar.

NORMAS ASSERTIVAS
Portanto, a fim de assegurar e controlar a instalação e manutenção do sistema de ar, a ABNT criou a norma 7256:2005, que estabelece medidas e requisitos essenciais dentro dos estabelecimentos de saúde, como: controle de ruídos, temperatura ideal, umidade relativa e manutenção constante.

Para complementar a norma de 2005, no início de 2018, a lei 13.589/2018 entrou em vigor e tornou obrigatória a manutenção periódica dos equipamentos de ar-condicionado. Tal diretriz, visa aumentar a vida útil dos instrumentos, economizar energia e, claro, prevenir a saúde de todos que circulam no local.

TROCA DE FILTROS
Um dos grandes requisitos com a obrigatoriedade da manutenção é a troca dos filtros. Isso porque eles são grandes responsáveis pelo desempenho e acúmulo de agentes infecciosos. Eles são divididos em: filtros para partículas grossas, médias, finas e filtros de alta eficiência. São eles os grandes encarregados em remover as impurezas e evitam com que se espalhem pelo ambiente.

FISCALIZAÇÃO
Para garantir o cumprimento de todos os parâmetros, a ANVISA conta com o auxílio de vigilâncias sanitárias locais que acompanham os projetos com a finalidade de evitar futuros problemas e assegurar o bom funcionamento.

ÁREAS CRÍTICAS, SEMICRÍTICAS E NÃO CRÍTICAS
Estudos comprovam que a contaminação dos sistemas de climatização está diretamente ligada aos riscos que cada área hospitalar oferece aos pacientes. Por esse motivo surgiu a necessidade de criar diferentes parâmetros de acordo com os riscos existentes em cada ambiente.

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